Crítica: Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas (2003)

Por Paulo Paco

 

Peixe Grande e muitas histórias, assim podemos classificar o filme de Tim Burter. Um realismo fantástico misturado a um drama familiar, uma tensa relação entre pai e filho.

Claro que o filme retoma a velha história de pescador, com pitadas de magia e sonhos. O personagem principal Edward Bloom (interpretado pelos atores Albert Finney e Ewan McGregor) sai de sua cidade natal em busca de emoções e novas histórias, encontrando novos personagens para agregar em suas aventuras de pescador.

big fish

Todos os personagens são fascinantes como a bruxa, os palhaços do circo, o gigante, as gêmeas e tantos outros. Tudo remete a um sonho encantador e muito bem planejado. Conseguimos acompanhar esse processo de reconciliação entre pai e filho e torcer por um final feliz.

A trilha sonora combina perfeitamente com o filme e nas cenas finais é quase impossível não se emocionar (e chorar) na despedida desse contador de histórias. Onde posso destacar a cena mais triste e alegre do filme, nessa despedida todos os personagens estão lá, junto com um sol radiante refletindo as águas do rio.

É realmente estranho, você sente uma tristeza chegando, mas é tudo tão alegre que essa tristeza não se completa. O final feliz está acontecendo.

O filme transmite uma linda mensagem de amor, companheirismo, sensibilidade e esperança.  Pra quem gosta de um bom filme encantador, sem compromisso total com a realidade, irá gosta desse ‘Peixe’.

PAULO PACO
PAULO PACO

 

Nota: 10/10

 

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