Crítica: O Pequeno Príncipe – Fábrica de estrelas guias (2015)

Por Vinicius Montano

 

As animações quando são fora do país hollywoodiano você sempre pensa que é mal produzido, totalmente amador, bastante inferior as animações da Disney/Pixar, Dreamworks, Sony Pictures Animation e Illumination Studios. Mas não é esse o caso de O Pequeno Príncipe, animação produzida na frança, baseado no livro infantil “Le Petit Prince”. O mais interessante disso é que o elenco de vozes são astros de Hollywood dublando os seus personagens como Jeff Bridges, Mackenzie Foy, James Franco, Benicio Del Toro entre outros.

A trama conta a história de A Pequena Garota, que está sendo preparada por sua mãe para o mundo muito adulto no qual vivem – e é interrompida por seu excêntrico e amável vizinho, O Aviador. O Aviador apresenta sua nova amiga a um mundo extraordinário, no qual tudo é possível. Um mundo ao qual ele mesmo foi apresentado há muito tempo pelo Pequeno Príncipe. É aí que começa a jornada mágica e emocionante da Pequena Garota pela sua própria imaginação – e pelo universo do Pequeno Príncipe. E é onde a Pequena Garota redescobre sua infância e aprende que o que importa são as relações humanas e o que é realmente essencial somente pode ser visto com o coração.

 

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Bastante elogiado no Festival de Cannes, em que a crítica chorou de elogios, o filme tem um enredo uma bela história contada de sentimentos, desejos de ser quando for adulto, diálogos tocantes que cativa quando o aviador conta que quando foi adulto se achou um estranho, a montagem da planilha da Pequena Garota com horas do dia a dia formado de ímã, foi muito inteligente mostrando a ponto de você cumprir suas tarefas escolares e passar o seu dia com o novo amigo com um roteiro estrondoso. Os efeitos especiais você se apaixona em cada momento com o formato das estrelas.

Os personagens deste filme são de arrancar lágrimas, a relação de amizade com A Pequena Garota e o Aviador, que aprofunda também o defeito dele de acumular coisas, o encontro com o Príncipe, o vilão que deseja acabar com o sonho das estrelas e transforma objeto em clipses. A mãe superprotetora da Pequena Garota e o Pai Ausente. Enfim, tudo isso define O Pequeno Príncipe como uma fábrica de estrelas e expressões que você viaja no mundo dos sonhos e um desfecho de bater muito forte o coração. Os franceses mostram que sabem fazer filmes melhores que os brasileiros que são escatologia uma atrás da outra, apenas a minoria consegue se acertar, até em animações francesas eles dão conta do recado.

 

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VINICIUS MONTANO

 

Nota: 10/10

 

 

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