Crítica: Maze Runner – Prova de Fogo (2015)

Por Vinicius Montano

Ultimamente o cinema hoje em dia luta para sobreviver a criatividade devido a onda de refilmagens, atualmente temos livros infanto-juvenis transformado em filmes como Jogos Vorazes a melhor e mais aplaudida pelo público, enquanto Maze Runner e Divergente ficam só na investida. Já outras não engataram como Dezesseis Luas, Os Instrumentos Mortais e Percy Jackson(este com 2 filmes). Agora chega as telonas Maze Runner: Prova de Fogo, continuação do surpreendente Maze Runner: Correr ou Morrer sob o comando mais uma vez de Wes Ball.

A continuação conta mais uma vez com o cabeça da equipe Thomas (Dylan O’Brien) e seus companheiros Clareanos vão encarar seu maior desafio até agora: procurar por pistas sobre a misteriosa e poderosa organização conhecida como C.R.U.E.L. Sua jornada os leva até O Deserto, um cenário desolado repleto de obstáculos inimagináveis. Unindo-se com lutadores da resistência, eles desafiam as forças superiores da C.R.U.E.L. e descobrem seus terríveis planos para todos eles.

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O filme tem mais ação, cenas inovadoras e originais como o grupo tentando enfrentar a WKCD que são aliados da C.R.U.E.L, cenas tensas de tirar o fôlego na cena que eles entram no shopping abandonado e consumido pelo deserto e são perseguidos por Cranks, zumbis com seus figurinos bem exóticos, efeitos especiais ótimos de sentir calor dentro do deserto, surpresas tão impressionantes como você pode imaginar, o 3D é muito desnecessário.

Dylan O’Brien entrega seu papel de Thomas como o CDF da turma dos clareanos, levando os amigos e enfrentando gente da pesada para tentarem chegar no braço direito do deserto. Kaya Scodelario como Teresa nessa sequencia tem um papel mais intenso, vale lembrar que tem uma revelação surpresa na parte final do filme. Aidan Gillen é um vilão atuante médio de ponta cabeça perseguindo implacavelmente Thomas e Patricia Clarkson que fez ponta no filme anterior, nesse tem mais aparência e complexidade. Giancarlo Esposito como Jorge e Rosa Salazar roubam a cena e são grandes coadjuvantes na nova adição de elenco.

THE SCORCH TRIALS

Com um roteiro cheio de jogo de xadrez e com densidade tamanho maior, Maze Runner: Prova de Fogo consegue ser melhor que o primeiro porque mostra a distopia do mundo do labirinto e como os filmes adolescentes hoje em dia se tornam essenciais para o publico de todas as idades, e um desfecho muito bem detalhado de como virá o próximo e último capítulo da série A Cura Mortal. Até 2017!!

VINICIUS MONTANO
VINICIUS MONTANO

 

Nota: 10/10

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