Crítica: Hotel Transilvânia 2 (2015)

Por Vinicius Montano

 

Conde Drácula, Mavis e seus amigos estão de volta em Hotel Transilvânia 2, continuação do ótimo sucesso de 2012 que trazem novamente as vozes de Adam Sandler, Andy Samberg, David Spade e grande elenco. Mais uma aposta de sucesso da Sony Pictures Animation que já trouxe sucessos no cinema como “O Bicho Vai Pegar (2006)”, “Tá Dando Onda (2007)”, “Tá Chovendo Hambúrguer (2009)”, “Os Smurfs (2011)”, “Operação Presente (2011)”, “Hotel Transilvânia (2012)”, “Os Smurfs 2 (2013)” e “Tá Chovendo Hambúrguer 2 (2013)”.

Parece que tudo está melhorando no Hotel Transilvânia… Drácula finalmente relaxou sua rígida política de “somente monstros” e passou a permitir hóspedes humanos. Mas por trás de caixões fechados, Drácula está preocupado porque seu adorável neto, meio-humano e meio-vampiro, Dennis, não demonstra nenhum sinal de que um dia será um vampiro. Então, enquanto Mavis está ocupada visitando seus novos parentes humanos com Johnny – e vivenciando seu próprio choque cultural – o vovô Drac recruta seus amigos Frank, Murray, Wayne e Griffin para ajudá-lo a fazer Dennis passar por uma escolinha de monstros. Mas o que eles nem imaginam é que o rabugento, conservador e muito muito velho pai de Drácula, Vlad, veio fazer uma visita ao hotel. Quando Vlad descobre que seu bisneto não é um sangue-puro, e que humanos agora são bem-vindos ao Hotel Transilvânia, ele fica maluco!

Dracula (Adam Sandler), Dennis (Asher Blinkoff), Mavis (Selena Gomez) and Jonathan (Andy Samberg) in Columbia Pictures and Sony Pictures Animation's HOTEL TRANSYLVANIA 2.

 

No enredo anterior, os vampiros tinham preconceito sobre os humanos, esse eles respeitam como tem que inovar uma continuação de um filme, mas mostra inovações tecnológicas como celular com câmera frontal, a famosa ‘selfie’, piadas com contexto metafórico e dinâmico, temos cenas de “Drácula de Bram Stoker”, mas o filme tem um início interessante com o casamento da Mavis e do Jonathan. O filme peca às vezes em situações desnecessária como um reality show de humanos e monstros, mostrando um Big Brother Brasil, cenas de futebol e propagandas de academia de ginástica, escorregando numa trilha sonora exagerada parecendo um especial de Fifty Harmony.

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Ainda pegando o bom humor, o filme trás bons risos, um excelente aprofundamento entre o Drácula e seu neto, ensinando a ser vampiro, e cortes de cena principalmente no seu genro Jonathan que num certo momento é deixado de lado dando menos destaque ao personagem. O roteiro se perde um bocado na profundidade da história, mas tem um 3D muito bem aproveitado, e as cenas de humor com seus amigos monstros que salvam do perigo.

Enfim, Hotel Transilvânia 2, tem um ritmo e história bastante previsível e clichê, com um vilão que aparece muito rápido e não tem proporção e um final bastante corrido, mas ainda segue o carisma do contexto vampiresco que proporciona a diversão de todo o público da turma de vampiros que se envolve em velhas confusões, mas que ficou abaixo do primeiro filme, que foi maravilhoso e fofo.

VINICIUS MONTANO
VINICIUS MONTANO

 

Nota: 6/10

2 comentários em “Crítica: Hotel Transilvânia 2 (2015)

  • 20/10/2015 em 01:29
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    Obrigado querido André de Melo, alguns membros ja assistiram, mas eu Alysson ainda não tive oportunidade de ver, mas pelo trailer deve ser divertido e mais uma vez obrigado por seu comentário e participação, seja sempre bem vindo 🙂

  • 10/10/2015 em 19:36
    Permalink

    Adorei!!! acho que vale a pena ir ver.

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