Crítica: Divergente (2014)

Por Rafael Luis

 

O que seria um “Divergente”?
Após uma guerra que destruiu o resto do mundo, as antigas ruínas de Chicago, com o intuito de promover a paz, foram divididas em cinco facções: Erudição, para os inteligentes; Amizade, para os gentis e bondosos; Franqueza, para os honestos; Audácia, para os corajosos: e a abnegação, para os altruístas. Logo depois de um teste de aptidão fundamentado na personalidade, os jovens são direcionados a qual facção devem fazer parte. Se o resultado não responder as simulações, se ele for inconclusivo, a pessoa seria o que se chama Divergente.

Beatrice Prior (Shailene Woodley) viveu 16 anos com sua família na abnegação e, ao descobrir ser uma divergente, escolhe a audácia, passando a viver vários perigos para conseguir continuar na facção, inclusive o de esconder o resultado do seu teste, pois lhe vale a vida. Cada jovem que escolheu a facção precisa provar que tem condições de continuar nela, caso contrário, passa a ser um sem facção (não fazer parte de nenhuma delas é como deixasse de existir). As imagens são repletas de cenas de adrenalina, lutas e aventuras.

 

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O gênero Ficção Científica com ação tem caído mesmo na graça do povo. Baseado na trilogia de Veronica Roth , Divergente foi identificado pelos críticos como uma imitação de “Jogos Vorazes”. Bem, imitação ou não, o filme teve uma ótima resposta não apenas do público jovem, mas pessoas de várias idades curtiram o filme. As mulheres mais uma vez são o ponto forte do filme. Ao invés de mocinhas frágeis, Beatrice Prior (Shailene Woodley) representa bem as mulheres, demonstrando inteligência, poder e coragem.

Vale salientar que nas facções as pessoas usam os mesmos tons de roupa para que não hajam diferenças entre elas. A igualdade social é bem concernente a esse aspecto do filme.
Quem não se lembra da maravilhosa atriz Kate Winslet, que interpretava Rose DeWitt em “Titanic (1997)”? Pois bem, ela interpreta a poderosa Jeanine Mattews, a principal antagonista da trama. Líder da facção erudição, interpretou muito bem o papel. Divergente contrariou um pouco as outras sagas que sempre tinham um trio em sua história, como Hermione, Harry Potter e Rony, em “Harry Potter”, Katniss, Peeta e Gale, em “Jogos Vorazes”. Beatrice (Shaile Woodley) contracena com Quatro (Tobias Eaton), seu par romântico; Caleb (Ansel Elgort), seu irmão; Christina (Zoe Kravitz), sua amiga. Para quem gosta de sagas, Divergente é uma boa pedida e também tem ganhado cada vez mais fãs conforme os seus filmes vão sendo lançados.

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RAFAEL LUIS

Nota 7/10

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