Crítica 2: Missão Impossível: Nação Secreta(2015): O alto auge na Cinessérie

Por Vinicius Montano

 

A franquia Missão Impossível hoje podemos dizer que está tentando seguir o auge de Velozes e Furiosos que até agora teve 7 filmes, e agora um oitavo está a caminho. Em Missão Impossível protagonizado por Tom Cruise, ator que ultimamente tava colecionado fracassos como “Jack Reacher”, “Encontro Explosivo” e “Rock of Ages: O Filme”, e recentemente o mediano nas bilheterias e bastante surpreendente No Limite do Amanhã. Agora Cruise retorna ao seu quinto filme da cinesserie 19 anos depois do primeiro filme ser lançado nas telonas em Missão Impossível: Nação Secreta.

Com o sucesso do 5 nas bilheterias, que acumulou milhões a mais do acima da média do segundo filme em 2000, o longa já garante uma continuação para 2017, será uma nova onda de “Velozes e Furiosos” competir com Missão Impossível?

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Com a agência IMF desmantelada e Ethan (Tom Cruise) fora de combate, a equipe agora enfrenta uma rede de agentes especiais altamente qualificados, o Sindicato. Estes agentes muito bem treinados estão empenhados em criar uma nova ordem mundial através de uma série cada vez maior de ataques terroristas. Ethan reúne sua equipe e une forças com a desacreditada agente britânica Ilsa Faust (Rebecca Ferguson), que poderá ou não ser parte desta nação secreta, na medida em que o grupo enfrenta sua missão mais impossível de todas.

O filme entrega novas locações como Rússia, Áustria, Marrocos, Inglaterra, com cenas cada vez mais espetaculares e empolgantes, como perseguições de carro e motos em alta velocidade por ruas e estradas de Marrocos, explosões e lutas altamente coreografadas na ópera de Viena e Áustria. O enredo é bastante forte e envolve a cada segundo uma pasta vermelha sobre o Sindicato, os planos contra os agentes do IMF tudo no jogo gato a rato bem embaralhado na qual você tira as suas conclusões.

 

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Na sequência anterior, Tom Cruise dispensou dublês para escalar o prédio mais alto do mundo, em Dubai. Nesse ele dispensa na cena que ele vai atrás do avião por onde começa a franquia como se fosse um filme do 007, o famoso agente britânico, e na parte que ele pula a represa dá muita aflição, tensão muito forte mesmo, parece que você tá perdendo oxigênio dentro da sala XD ou IMAX de cinema.

Tom Cruise é um faz tudo nesse filme. Além de atuar, roteiriza, produz e dispensa dublês nas cenas mais arriscadas, considerando o grande mito no cinema para essa série. Rebecca Fergunson como a desacreditada agente do IMF rouba a cena a todo momento, a nova adição no elenco carrega o filme todo nas costas e o personagem torna elemento surpresa na trama que você tenta adivinhar de que lado tá. Sean Harris o grande vilão do filme que só aparece uma vez no trailer, está ótimo e com alto calculismo de um vilão de 007 embora só tenha mais diálogo destaque do meio para o fim do filme. Simon Pegg retorna mais uma vez com o alívio cômico Benji, não traz tanto humor quanto o anterior, mas a quimica com o Tom Cruise é o ponto alto do filme. Jeremy Renner, Ving Rhames(veterano de quase todos os filmes da série, no quarto faz uma pontinha) tem pouco destaque mas nada que desperdicem os papéis da trama. E ótima presença do Alec Baldwin.

 

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Missão Impossível: Nação Secreta é o auge de que pra mim é melhor de todos, a direção de Christoper McQuarrie na qual também roteiriza, cujo último trabalho com Cruise não foi muito bem sucedido com “Jack Reacher: O Último Tiro”, nesse ele faz muitas pazes com ele, direção ousada, fortemente útil para que a cinessérie, que Cruise aos 53 anos de idade nunca envelhece, sempre a mesma cara e face de antes, barbante em forma e que merece muito sucesso pela frente, com o final surpreendente e forte que te dá muita adrenalina a cada sequência que passa.

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VINICIUS MONTANO
VINICIUS MONTANO

Nota: 10/10

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