CRÍTICA: PIRATAS DO CARIBE 5 – A VINGANÇA DE SALAZAR

© The Walt Disney Company Switzerland

Por Vinicius Montano

 

A Vingança de Salazar’ é a revitalização da franquia dando espaço para uma nova geração da série e matando as saudades de veteranos, mas que consegue trazer diversão no seu ponto certo.
Piratas do Caribe, a franquia dos 7 mares que teve início em 2003 dando sucesso a franquia cinematográfica nos cofres da Disney, rendendo duas sequências em uma única continuidade de uma história e uma para seguir o caminho sem o resto do elenco original incluindo Orlando Bloom e Keira Knightley como o casal coadjuvante Will Turner e Elizabeth Swann e mantendo sempre Johnny Depp a frente do longa como o capitão azarado Jack Sparrow, agora chega ao seu quinto filme: ‘Piratas do Caribe: A Vingança do Salazar’ .
Nessa quinta aventura temos a história do azarado Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp) que encontra os ventos da má sorte assoprando forte quando piratas fantasmas mortais liderados por seu velho inimigo, o aterrorizante Capitão Salazar (Javier Bardem), escapam do Triângulo do Diabo, determinados a matar todos os piratas no mar… incluindo ele. A única esperança de sobrevivência do Capitão Jack encontra-se em buscar o lendário Tridente de Poseidon, um poderoso artefato que dá sobre seu possuidor total controle sobre os mares.
© The Walt Disney Company Switzerland
Dirigida por Espen Sandberg e Joachin Ronning de ‘Expedição Kon Tiki’, dupla norueguesa que teve indicação ao Oscar 2013 de melhor filme estrangeiro, entraram bem no páreo depois que Rob Marshall comandou de maneira duvidosa o último filme. Nesse eles acertam nos efeitos especiais de tirar o fôlego, principalmente na hora que o mar é partido ao meio, um show aquático, belíssima fotografia, porém o roteiro é forçado e muda desnecessariamente o enredo da história que acaba virando uma caça ao ouro e não a vingança como a sinopse propriamente diz.
Johnny Depp como Jack Sparrow nesse filme é deixado de lado e torna-se o coadjuvante da história, mas as piadas ainda dão uma chance de reciclar outros filmes da franquia. O jovem Brenton Thwaites como Henry Turner tem uma atuação muito importante como Henry Turner o filho de Will Turner e Kaya Scodelário como a feiticeira Carina prestes a ir pra forca roubam bastante a cena pela química entre ambos os protagonistas. O ator Javier Bardem como o Capitão Salazar tem seu tom bastante carismático vilanesco, mas é um papel totalmente esquecível e mal aproveitado. Por último temos o Geoffrey Rush como o capitão Barbossa tem ótimos momentos em cena.
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Com cenas de ação mirabolantes, trilha sonora mal escolhida e executada, pois trocaram o compositor nesse novo filme, e ótimas participações especiais de Paul McCartney, e de Orlando Bloom e Keira Knightley ‘Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar’ é a revitalização da franquia dando espaço para uma nova geração da série e matando as saudades de veteranos, mas que consegue trazer diversão no seu ponto certo.
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AUTOR DO  TEXTO:
VINICIUS MONTANO

2 thoughts on “CRÍTICA: PIRATAS DO CARIBE 5 – A VINGANÇA DE SALAZAR

  1. De fato Anderson também notamos isso, mas no mais ele deu um resultado positivo, obrigado por esse feeback e seja sempre bem vindo 🙂

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