Por Renato Alves

 

LOST – A melhor de todas as séries?

Descreveria que é impraticável eu discorrer sobre Lost – a melhor série de todos os tempos, na minha visão – e não me emocionar. Produzida entre 2004 e 2010 foi sucesso de público, crítica e conquistou números espetaculares de audiência em todo o mundo. Mas, não estou preocupado, sinceramente com o que os outros acharam. A minha emoção com Lost foi única, pessoal e intransferível. Do primeiro ao último episódio me entreguei de corpo e alma. Com vida e morte.

Em 2008 sofri grave acidente de carro e uma das coisas que lembro de ter dito ao retornar do coma foi: “não podia morrer sem saber o que aconteceu com os personagens de Lost”. Afinal, precisava entender porque John Locke (meu personagem preferido) era o único a não querer sair da ilha. Tinha necessidade para descobrir qual o motivo de nunca ter provado uma pasta de Manteiga de Amendoim tão boa quanto Charlie e Claire. Momentos únicos, impagáveis.

É uma série simples para ser encarada: ou ama ou odeia. É uma série complicada para ser vista: não se pode assistir de forma aleatória, como uma ponta solta. Tudo é interligado, milimétricamente.

Lost arquitetava tudo com roteiro malicioso e impagável onde todos, mesmo sem saber, tinham linhas interligadas, antes e depois do acidente.

Roteiro único, cativante, que leva o público ao máximo da emoção. A luta dos sobreviventes é a luta diária de todos nós, pela sobrevivência.

Particularmente adoro todos os episódios de Desmond David Hume e seu eterno amor Penelope Widmore. Cada acontecimento na vida do casal me levou as lágrimas e a emoção. Outro ponto que se faz elogiar muito a série era a construção das cenas finais de cada temporada. Como não ficar insano ao ver a Escotilha ser aberta no final da primeira temporada e ter que esperar para saber quem acendeu a luz.

Em Lost nada é por acaso. Cada música tocada tem um objetivo, cada olhar um significado. Cada final um sentimento. Cada vida um aprendizado.

O rebelde se torna herói e o grande-homem amotinado. Aqui nada é certo e nem tudo é errado. O que vai diferenciar os heróis, dos vilões e o certo para o errado e a entrega pessoal de cada espectador. Eu fiz a minha escolha, chorei e ri muito. E você?

Não importa se amou ou odiou o final tão falado de Lost o importante, a meu ver, foi a jornada, linda e poética que a série nos trouxe.

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Sinopse – Um avião cai em uma ilha deserta e logo um grupo de passageiros precisa lutar para sobreviver. Liderados pelo médico Jack Shephard (Matthew Fox) e pelo misterioso John Locke (Terry O’Quinn), eles irão descobrir que o local esconde perigosos segredos. Com o passar do tempo, são reveladas informações sobre o passado dos sobreviventes, como Hugo ‘Hurley’ Reyes (Jorge Garcia), Sayid Jarrah (Naveen Andrews), Kate Austen (Evangeline Lilly) e James ‘Sawyer’ Ford (Josh Holloway).

10 thoughts on “LOST

  1. verdade Marcelo uma serie que ATE HOJE é bastante lembrada e comentada, obrigado pela sua visita e comentário, continue nos visitando

  2. Ola Marcus é verdade foi uma grande lástima mas a serie realmente é uma das melhores dos últimos tempos, deixou saudades

  3. sim Luís é uma serie empolgante que passamos os dias horas e horas assistindo, ela é realmente uma série viciante, obrigado pela visita e continue a nos visitar sua opiniao é muito importante.

  4. É verdade Marcos Alexandre o final será sempre polêmico mas o importante foi o legado e toda a sua trama que ficarão inesquecíveis em nossa memória

  5. Muito obrigado pelo comentario Rosalia, seja sempre bem vinda ao nosso site e continue acompanhando os textos do Renato, ele é um excelente profissional

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