Depois de mais de 250 anos, ela continua sendo um dos ícones da historia francesa, a Rainha Maria Antonieta.

Maria Antonieta casou-se com o futuro rei da França, Luís XVI, para estreitar os laços entre os dois países. Detestada pelo povo francês, que a acusava de ser boêmia e extremamente gastadora, a auphine foi acusada de traição e guilhotinada em 1793.

Após a sua morte, tornou-se uma figura histórica importante, que inspira não só filmes e livros como também editoriais de moda, designers e músicos.

Maria Antonietta (1938) 

dos diretores W. S. Van Dyke (americano) e Julien Duvivier (francês). Pouco se fala sobre a Revolução Francesa propriamente dita, ou sobre o Iluminismo, mas sobre Maria Antonieta, existem vários filmes. Apelidada na vida real de “Rainha Déficit”, por gastar demais e contrair muita dívidas, aqui nesse filme ela aparece mais como uma vítima das intrigas daqueles que cobiçavam o poder, do que como a frívola rainha que só pensava em jóias, roupas, sapatos e festas.

Marie-Antoinette, la véritable histoire (2006)

O filme começa com a morte de Antonieta, sua última carta.  A rainha é interpretada pela atriz canadense Karine Vanasse. A melhor parte do filme é exatamente a que mostra o drama do início do casamento de Antonieta, o fato de ser sufocada pela etiqueta, assim como pelo espartilho. O filme falhou em explicar os motivos pelos quais Antonieta passou a integrar o conselho de Estado: a depressão do Rei.

Maria Antonieta (2006)

O filme é fantástico do ponto de vista artístico. Merecidamente indicado a prêmios por suas bela produção de arte e seus figurinos fabulosos. O filme retrata de maneira quase que mágica essa época da história francesa, dando asas a imaginação de qualquer um que o assista e teletransporta o telespectador para aquele mundo de vestidos bufantes, lindos jardins, doces incríveis e festas luxuosas. Realmente é um daqueles filmes que você vai assistir trezentas vezes sem se cansar.

 

Adeus, Minha Rainha (2011)

Apesar de visualmente o filme ser muito bom, achei o roteiro perdido, muitas cenas sem sentido. Achei também estranha a relação dela com a Polinac. uma Maria Antonieta mais madura, apaixonada sim, mas não tão fútil e alheia à realidade como foi retratada no também ótimo filme Maria Antonieta, da diretora Sofia Coppola.

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Igor Quadros

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