Crítica: Uma Longa Jornada (2015)

Por Paulo Paco

 

Uma Longa Jornada é mais uma adaptação dos romances de Nicholas Sparks para o cinema, dirigido por George Tillman Jr. Claro que este filme está longe de ser a melhor adaptação do escritor Sparks.

Encontramos vários elementos românticos inspirados nos livros do autor como um casal de protagonistas jovem, atraentes, paisagens sulistas (Carolina do Norte) e um bom drama estilo água com açúcar.

 

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Também encontramos algumas semelhanças com a obra mais famosa do escritor, “Diário de Uma Paixão”. Um velhinho contando sua história, segunda guerra mundial e um entrelaçamento do passado com o presente.

E se tratando de amor, temos dois casais disputando o interesse do espectador (Luke e Sofia, Ira e Ruth). O primeiro casal deveria ser a história principal do filme, porém a verdadeira história de amor ficou com o segundo casal, contando como se conheceram, as dificuldades que surgiram ao longo do tempo, como a guerra e o fato de Ira não poder ter filhos.

 

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O enredo do outro casal mistura rodeios com artes plásticas, um peão com uma garota da cidade. Embora não tenha nada de novo nesse casal, os atores (Scott Eastwood e Britt Robertson) interpretaram bem seus respectivos papéis, mas que infelizmente foram ofuscados pelos coadjuvantes.

Uma Longa Jornada não traz nada de novo, mas pra quem gosta de um romance simples ou está apaixonado vai gostar dessa história.

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PAULO PACO

 

Nota:6/10

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