Critica: Um homem, uma mulher

Por: Rafael Mayrink

Um romance de Claude Lelouch que apresenta o amor mais singelo e mais doce do cinema.

Temos a história de um piloto de corridas Jean-Louis Duroc (Jean-Louis Trintignant) e uma roteirista Anne Gauthier (Anouk Aimée) que se conhecem ao deixar seus filhos na escola. Começam uma amizade e ao descobrir sobre o passado um do outro, acabam se apaixonando.

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O elenco do filme é muito bom, Amiée consegue passar os desejos e as vida de uma mulher inocente e que já sofreu muito. Enquanto Trintignant expressa-se muito bem como um cara romântico, galanteador e engraçado. A química dos dois funciona, quando estão juntos você compra o amor deles, é fácil perceber que esta acontecendo e torce pelo casal. Isso graças a o roteiro muito bem escrito. E consegue criar o clima perfeito para aquele encontros, com diálogos bem construídos.

A fotografia é outro ponto alto do filme, nos momentos que o filmes esta no presente temos um preto e braço que consegue colocar o clima mais romântico. E durantes as lembranças, temos vários tons, dos mais calorosos até os mais deprimentes, dependendo do que o filme esta querendo mostrar. Além disso possui uma ótima trilha sonora, que passa de música clássica até o Samba de Vinicius de Morais.

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O ritmo do filme é bastante lento, tem muitas cenas sem diálogos, em algumas não é possível escutar o que está sendo conversado. Em certos momentos temos cenas que parecem que foram tirados de outros filmes e que não acrescenta muito para historia do filme.

Com um ótimo roteiro e direção, o Un Homme et une femme, no original, possuis atores que conseguem mostrar o verdadeiro modo de amar.


Rafael Mayrink
Rafael Mayrink

 Nota: 6,5/10

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