CRÍTICA: UM ESTADO DE LIBERDADE (2016)

Por Rafael Yagami

2estrelasDurante a Guerra Civil Americana, o fazendeiro Newton Knight forma um grupo de rebeldes contra a Confederação. Ele é contrário à escravidão, mas também à secessão. Assim, reunindo pobres fazendeiros, o pequeno condado de Jones rompe com o grupo majoritário e forma um pequeno estado livre. Ao longo dos anos, Knight combate a influência racista do Ku Klux Klan e forma a primeira comunidade interracial do sul, casando-se com a ex-escrava Rachel.

Gary Ross assume a direção do longa é conhecido por dirigir o primeiro longa da serie “Jogos Vorazes” e ” Alma da herói”, aqui assume um tom totalmente diferente e realista, as seqüência que abre a produção são muito bem feitas e cheias de energia , porém o diretor tem dificuldade de dosar o resto da produção, que acaba sendo longa demais e cheia de tapa buracos.

free-state-jones-mcconaughey-bill-tangradi

Quem assume a responsabilidade do roteiro é também o diretor, aqui nessa função que acaba sendo a pior coisa da produção, o excesso de subtramas e diálogos expositivos demais, transforma a produção em uma experiência nada empolgante.

Ganhador do Oscar Matthew McConaughey entrega um trabalho contido e na medida certa, a bela Keri Russell, também está muito boa e entrega uma atuação aceitável.  Mahershala Ali tem um personagem sofrível, porém graças ao ator o personagem se torna um dos mais interessantes em cena.

Mahershala Ali and Gugu Mbatha-Raw star in FREE STATE OF JONES

 The Free State Of Jones no original é um filme difícil de se assistir, longo demais e pouco interessante, mesmo tendo um tema importante e relevância, a forma que ele foi apresentado deixa muito a desejar.


RAFAEL YAGAMI
RAFAEL YAGAMI

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