CRÍTICA: UM BELO VERÃO (2016)

Por Rafael Yagami

Nos anos 1971, a França está atravessando a época da liberação sexual e o ápice do feminismo. Neste contexto, Delphine abandona a sua família no interior do país para descobrir a vida intensa em Paris. Chegando à capital, conhece Carole, que vive com o namorado Manuel. Delphine e Carole se aproximam e iniciam uma história de amor.

A francesa Catherine Corsini comanda o projeto, nada mais justo um filme sobre mulheres e comandado por mulheres. A trama é conduzida de forma linear, mostrando as personagens primeiro, depois o movimento e em seguida o romance, nada de muito destaque. O jogo de câmera é filmes, a beleza do filme está em suas tomadas abertas.

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O roteiro escrito pela diretora, com a parceira de Laurette Polmanss é um tanto desisteressante. A trama é muito interessante, mas da forma que foi conduzida deixou algo com gosto amargo na boca no público, as motivações dos personagens são confusas e o romance que move tudo é insosso.

No elenco principal as atrizes que foram o casal Cécile de France e Izïa Higelin são competentes e tem presença, ainda mais nas várias cenas de nudez e sexo, são cenas bem filmadas e não fica apelativo. Noémie Lvovsky e Kévin Azaïs também em atuações competentes.

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La Belle Saison no original é um filme fraco que parece não saber o que quer dizer, o ritmo é falho, há problemas na direção e na forma que a história foi conduzida, vale pelas atuações competentes e pelo contexto histórico, fora isso não o que dizer.


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Nota: 2/10

Rafael Yagami

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