Crítica: The Babadook (2014)

Por Brenno Xavier

 

A diretora Jennifer Kent faz aqui sua estreia como diretora em longas metragens, anteriormente dirigiu dois pequenos curtas-metragens e nesse primeiro filme ela impressionou bastante por mostrar que entende, o que realmente é um bom terror.

The Babadook

Esse conto de horror retrata a historia de uma mãe viúva que luta para criar sozinha o filho de 6 anos que tem problemas com pesadelos noturnos. Em sua tentativa de colocá-lo para dormir lendo livros de contos infantis, ela encontra um livro sombrio que assusta ainda mais o seu filho. O pânico do menino é tão convincente que a própria mãe começa a ser assombrada por pesadelos.

 

Babadook (1)
Porque assistir:

 

MEDO REAL – Aquele momento em que você encontra-se sozinho e sente que esta sendo observado por alguém. É inevitável não se colocar no lugar da atriz nas cenas de terror.

DÚVIDA – A historia envolve o telespectador numa teoria de bipolaridade fazendo-o duvidar da sanidade dos personagens durante a trama, sempre com cenas imprevisíveis.

PSICOLOGIA REVERSA – Não ao pé da letra da teoria, mas, invertendo os papeis dos personagens principais no desenrolar da historia involuntariamente.

Babadook (2)

O filme é uma boa proposta de terror que aborda excelentes temas para debate como depressão, solidão e medo. Trama envolvente, misterioso e tocante que desperta diversas sensações e emoções. Um filme que ficara em sua mente por vários dias. A quem não gostara  do final, mas o que importa é a mensagem que o filme quer passar.

 

Então SUPER RECOMENDO.

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BRENNO XAVIER
BRENNO XAVIER

 

Nota: 8/10

Um comentário em “Crítica: The Babadook (2014)

  • 28/07/2015 em 06:41
    Permalink

    Muito legal a crítica, parabéns!

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