CRÍTICA SING: QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA (2016)

estrelas-da-avaliao-de-63020090Da Ilumination Studios, chega as telonas para os fãs do programa The Voice nas versões americana e brasileira que tem sucesso de audiência, a animação de talk show para animais ‘Sing: Quem Canta Seus males Espanta’.

Um koala (McConaughey), que preside um grande teatro, que tem caído em tempos difíceis, decide recuperar a glória através da produção da maior competição de canto do mundo. Os concorrentes são um rato (MacFarlane), uma tímida adolescente elefante (Kelly) com medo do palco, uma mãe sobrecarregada (Witherspoon) esperando uma ninhada de 25 leitões, um jovem gorila gangster (Egerton) e um porco-espinho punk-rock (Johansson) lutando para largar seu namorado arrogante.

Dos criadores de “Meu Malvado Favorito”, o filme apresenta mais de 85 canções e é dirigido por Garth Jennings com produção de Chris Meledandri e Janet Healy.

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O filme tem uma idéia muito boa de vários personagens intercalados mostrando seus motivos de entrar no concurso de canto, o roteiro é bem agil e mescla os assuntos de livre arbítrio e o sonho americano de alcançar a fama, uma edição que faz as notas musicais soarem profundo. A história é cliche, mas tem um tom emocionate e bastante agradável. O 3D é bem aproveitado em várias cenas cheio de efeitos e você sente os personagens olhando pra muito perto das câmeras.

Os personagens são muito carismáticos, um rato trapaceiro que diverte tem seus momentos bons de cena, a mãe porquinha sobrecarregada rouba bem a cena, o jovem gorila gângster tem seu papel dramático emocional e lírico, a adolescente tímida totalmente estereotipada, em certos momentos me incomodava e muito tamanho exagero por parte dela, a porca espinho tem um destaque no piloto automático, destaque secundário para as Bambis que chegaram atrasado ao concurso. E o protagonista da vez que é um koala que é dono do teatro, cujo papel desempenha a comédia dramática e um espírito de líder.

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Com músicas que variam a Beyoncé, Sam Smith, Seal, Carly Ray Jepsen, Taylor Swift e até a banda extinta Rouge com o hit Ragatanga, ‘Sing: Quem Canta Seus Males Espanta’ é uma animação musical bastante agradável com uma excelente parte técnica, ótima iluminação e efeitos, embora seu desfecho ficou muito corrido, diverte os pequenos e também seus adultos e você se sente indo ao show, uma produção muito bem feita e bate um gol em ‘Pets: A Vida Secreta dos Bichos’, da Illumination Studios que foi mediano.

 

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VINICIUS MONTANO

 

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