Crítica: Quando me Apaixono (2007)

Por Paulo Paco

 

No drama Quando me Apaixono (Then She Found Me), estrelado por Helen Hunt, traz uma protagonista cheia de problemas, alguém que encontramos facilmente no nosso cotidiano. Abril Epner, uma professora do ensino primário, com quase 40 anos, que sonha em ser mãe e está no meio de um divórcio. Para completar, sua mãe adotiva morre ao mesmo tempo em que sua mãe biológica reaparece após 38 anos. Ela precisa tomar uma decisão, pois seu relógio biológico esta próximo do fim e ela insiste em ser mãe.

Esse encontro com sua mãe biológica, interpretada por Bette Midler, que tenta corrigir os erros do passado, além de implorar o amor e o perdão dela, são responsáveis pelas cenas mais hilárias e divertidas do filme.

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OS ATORES COLIN FIRTH E HELEN HUNT

Conforme a história vai caminhando, April acaba se envolvendo com o pai de seu aluno, interpretado por Colin Firth, um pai solteiro que cria sozinho seus dois filhos. O filme discute vários assuntos, como maternidade, adoção, perdão e fé. Destaco uma cena em que a protagonista antes de realizar uma inseminação artificial, se recusa a orar, dizendo que não gostaria de rezar para um Deus malvado, responsável pelo seu sofrimento. Neste momento, sua mãe segura suas mãos e ajuda a refletir que Deus não é culpado de seu sofrimento, pois tudo é fruto de suas escolhas.

No final o tema adoção retoma a história e os personagens centrais acabam reconciliando-se. A personagem April tem a oportunidade de corrigir seus erros e conseguir finalmente uma vida feliz.

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AS ATRIZES BETTE MIDLER E HELEN HUNT EM CENA

 

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PAULO PACO
PAULO PACO

 

Nota : 8/10

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