CRÍTICA: JOHN WICK: UM NOVO DIA PARA MATAR(2017)

Depois que De Volta ao Jogo surpreendeu de repente nas bilheterias em 2014 retornando a nostalgia de filmes de ação que envolve luta, tiroteios e pancadaria coisas que você via na Globo domingo a noite no Domingo Maior e redimindo a maré de azar na carreira de Keanu Reeves a Summit deu o sinal verde e nos trouxe a continuação com um nome muito bizarro aqui no Brasil para variar. ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’ trazendo de volta Keanu Reeves no papel do ex-assassino agora apenas na direção de Chad Stahelski e David Leitch apenas como produtor.

John Wick (Keanu Reeves) vai ressurgir em “John Wick – Um Novo Dia Para Matar”. O ex-assassino desiste de vez de fugir das armas por conta de uma promessa envolvendo um velho amigo. Pronto para tudo em Roma, na Itália, ele volta sua mira para uma poderosa organização secreta.

Nessa sequencia encontramos uma premissa de suspense bastante equilibrada, envolvendo na ponta do lapis como uma arma, flashbacks envolvendo John Wick lutando com vários assassinos ao mesmo tempo, um roteiro escrito com bravura que melhora muito em relação ao primeiro filme, traz ação, explosões, sangue jorrando de longe e com a câmera com closes de tirar o fôlego.

Keanu Reeves mostra que é uma máquina de matar a prova de balas, agonizando e com muita raiva do que no primeiro filme. Riccardo Scarmaccio como o vilão principal italiano tem um tom frio e seguro em cena. Ruby Rose parece que tá com tudo em Hollywood, nesse filme no papel da assassina muda, gesticula em tom ameaçador. O filme tem participações muito boas recheada de surpresas de Common, Laurence Fishburne reencontrando o ex-parceiro de Matrix e os veteranos Ian McShane num papel a sete chaves e John Leguizamo que aparece muito pouco

John Wick: Um Novo Dia Para Matar tem muito mais ação que o primeiro filme, cheio de adrenalina, com coreografias mais ousadas, mostra que os filmes de ação misturados com máfia tem como se evoluir, o final é avassalador com um gosto de um terceiro filme a caminho para talvez fechar uma trilogia, mas esse consegue ser ótimo e visceral.

 Nota: 9/10

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