CRÍTICA: JASON BOURNE (2016)

Por Vinicius Montano

Em 2007 quando foi lançado O Ultimato Bourne, era a promessa de Matt Damon faria o último papel de Jason Bourne nos cinemas, eis que tentou surgir uma franquia em 2012 para mostrar outros personagens da franquia Bourne em ‘O Legado Bourne’, mas o resultado tornou-se um desastre e a Universal Pictures resolveu se reestruturar trazendo Matt Damon no papel principal de ‘Jason Bourne’ em 2016 sobre o comando novamente de Paul Greengrass na direção desde ‘A Superemacia Bourne’ em 2004.

A história desse novo longa fala sobre a organização Outcome, que montou um esquema de uso de remédios para diminuir a dor e aumentar a força e a inteligência de seus soldados, acreditava que Jason Bourne (Matt Damon) estava morto. Bourne lembrou de tudo o que lhe aconteceu, porém, não sabe de tudo e volta a ficar na mira da Outcome.

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O roteiro desse filme está bem afiado como era antes, cenas de arte marcial continua perfeito, a parte inicial na Grécia que ele faz luta livre uma das melhores já feitas, o aprofundamento nos programas de espionagem do governo o Treadstone e Blackbriar, até o Snowden é citado, ótimos efeitos especiais, boas cenas de flashback sobre a relação do pai dele e o filho sobre entrar no programa Treadstone e cenas alucinantes de perseguição em Las Vegas que podem até ser exagero, mas é o marco nesta franquia.

Matt Damon com Jason Bourne apesar de velho e obsoleto como diz o Scharzenegger em O Exterminador do Futuro ainda permanece em boa forma. Alicia Vikander como uma agente do governo achei que ficou devendo alguma coisa, nas cenas com o Jason Bourne parecia piloto automático que duravam pouco tempo. Julia Stiles volta bem com uma participação especial pena que dura muito pouco, esperava que fosse um pouco mais longo. Riz Ahmed como o programador de computadores tem um papel de destaque na trama interessante. E Tommy Lee Jones e Vincent Cassel como os vilões da franquia servem pra passar o tempo.

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Com uma ótima trilha sonora, tensão na medida certa, Jason Bourne consegue resgatar o que ‘O Legado Bourne’ não conseguiu mostrar em seu potencial, mas considero no limite certo na trilogia original que se mantem muito bom no gênero e vale a conferida.


Montano

 

Nota: 8/10

Vinicius Montano

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