Crítica: Frankenstein: Anjos e Demônios (2014)‏

Por Alysson Melo

 

O filme mostra o monstro (Aaron Eckhart) criado pelo cientista Victor Frankenstein (Aden Young), o primeiro ser nascido pelas mãos do homem. Mas, pouco após a criação, o monstro foi abandonado para ser morto. Revoltado, ele retorna e se vinga do criador, matando sua esposa. O Dr. Frankenstein parte em sua busca, mas acaba morrendo durante a perseguição. Ao retornar à sua cidade natal para enterrar seu criador, o monstro é atacado por demônios, que desejam capturá-lo. Ele é salvo por gárgulas, que o levam até o local onde vivem: a catedral de Notre Dame. Após ser nomeado como Adam pela líder das gárgulas, Eleonore (Miranda Otto), ele resolve ir embora e seguir sua vida. Porém, 200 anos depois, ele descobre o porquê dos demônios estarem tão interessados em capturá-lo.

Está na moda Hollywood fazer filme com novas formulas de clássicos infantis, a bola da vez é o clássico Frankenstein, agora ele recebeu um nome e se chama Adam e ele é trazido para o mundo real atrás de descobrir quem ele é e como foi a sua criação, com a sua aparição acontece uma batalha entre anjos e demônios.

Quando se houve falar de Frankenstein se remete ao monstros dos clássicos das histórias infantis, nesse novo filme ele não é tão assustador assim, nesse é interpretado pelo ator Aaron Eckhart (famoso pelo seu papel em Batman O Cavaleiro das Trevas). O ator até se sai bem nas cenas de ação e podemos notar que ele se preparou muito bem para o papel pela ótima forma apresentada.

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O principal problema aqui está no roteiro que não empolga o espectador, não que o filme seja ruim, mas se for ver o trailer que é empolgante, o mesmo não acontece para quem está assistindo nos cinemas. Até o 3D não ajudou em nada para filme devido o roteiro previsível.

O filme tem os seus pontos altos que são os efeitos especiais, assim como a boa trilha sonora e como é mostrada a relação entre Adam e a Rainha clã dos anjos Leonore (Miranda Otto) bem como da Dr. Terra Wessex (Yvonne Strahovski), que fazendo contatos com Adam, vão de desconhecidos a amigos numa relação que vai além das trevas. Os atores Aaron Eckhart e a Yvonne Strahovski (conhecida pelo seu papel no seriado Chuck) fazem uma boa dupla, e possuem uma boa química em tela e o diretor soube usar isso a favor do filme.

As batalhas e as mortes entre anjos e demônios são rápidas. A primeira batalha entre Gargulas e Adam é muito boa, mas as batalhas subsequentes, que eram pra ser melhores ou no mesmo nível da primeira, mas não acontece. A batalha final entre Adam e Naberius é mostrada de forma tão apática, a base de clichês e lutas nada grandiosas, fazem com que a público encarem o filme como ruim.

De todo, o filme em si não é um desastre, o filme contém muita ação e efeitos especiais, mas não considero o filme como ruim, ele só não foi bem aproveitado como deveria ser, desde o roteiro as cenas de luta, bem como as batalhas entre anjos e demônios. Assista ao filme sem muitas expectativas, como um passatempo, para não sair decepcionado.

ALYSSON MELO
ALYSSON MELO

 

Nota: 6/10

 

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