CRÍTICA: DE PALMA (2016)

Por Rafael Yagami

2estrelasO diretor estadunidense Brian De Palma já passou por momentos muito diferentes em sua carreira: começou com produções experimentais, foi convidado a trabalhar em Hollywood e conquistou alguns sucessos marcantes, como em Os Intocáveis, mas também acumulou fracassos que colocaram a sua carreira em risco. O próprio diretor narra sua história, filme a filme, ressaltando as principais parcerias, as decepções, a amizade com Francis Ford Coppola, Martin Scorsese e Steven Spielberg e as lições aprendidas com o cinema de Alfred Hitchcock.

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O documentário é dirigido pela dupla Noah Baumbach, conhecido pelo filme “A lula e a Baleia” e Jake Poltrow de “Sonhado Acordado” e fica nítida a percepção de que é um trabalho muito abaixo do que ambos são capazes de apresentar, é basicamente o próprio Brian De Palma sentando olhando para câmera nos contando curiosidades sobre a sua carreira, por quase duas horas, alternando com imagens de sua filmografia. A Falta de movimento na produção e outras entrevistas transformam essa produção em algo muito insosso e pouco interessante em todos os aspectos.

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De Palma no original é sem duvida um dos documentários mais monótonos do ano, a historia de vida do diretor sem duvidas é muito interessante, seus passos e conquistas, deve agradar a seus fãs mais fanáticos, mas para um publico mais aberto que apenas procura um bom documentário biográfico para conhecer a obra de determinada pessoa, vai se decepcionar e muito com essa produção.


RAFAEL YAGAMI
RAFAEL YAGAMI

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