Crítica: Ainda Estamos Aqui (2015)

Por Thiago Freitas

 

O filme é ótimo, mas infelizmente não é para a galerinha “super cool” de hoje, acostumada com sustos fáceis, peitões, corpos sarados e cabeças vazias, prontos para morrerem bêbados ou drogados na floresta.

Totalmente estilão anos 80 e funciona muito bem justamente por isso. Sem CGI, apenas maquiagem e bonecões, tem um desenvolvimento bom de uma história já batida, mas ainda assim interessante. Consegue o que muitos filmes hoje não conseguem causar tensão em cenas simples, sem barulho alto, sem monstrinho feio, apenas na sugestão, apenas te envolvendo no clima da casa, da história e do que está por vir. O roteiro muito bem escrito bem desenvolvido e uma ótima direção do estreante Ted Geoghegan. Que cumpre com maestria a intenção de fazer um filme em homenagem a grades clássicos do horror. Estilo Vincent Price, Lucio Fulci e outros.

 

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Claro que como todo filme dos anos 80, quando o bicho pega ele assume seu lado trash, o sangue rola por todos os lados e fica tudo muito lindo e perfeito para os fãs que gostam vão a loucura. Ótimas atuações de um elenco muito bom comandado pela bela Barbara Crampton Re-Animator e outros clássicos dos anos 80. Para aqueles que gostam devem procurar pela sua filmografia.

Enfim, é um filme bem legal, um terror simples, mas bem executado, vale a pena conferir.

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Thiago
THIAGO FREITAS

 

Nota: 9,5/10

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