CRÍTICA: A CHEFA (2016)

Por Rafael Yagami

Michelle Darnell é uma poderosa industrial que é enviada para a cadeia após ser pega por traição, negociando informações confidenciais do mercado em troca de lucro. Quando ela volta pronta se reerguer como a queridinha dos Estados Unidos, nem todo mundo que foi enganado e prejudicado está pronto para perdoar e esquecer seus atos.

A comédia é dirigida por Ben Falcone, marido da protagonista Melissa McCarthy, dentre seus trabalhos anteriores temos a também comédia “Tammy” também protagonizada por Melissa. Aqui temos um trabalho genérico, assim como em seu filme anterior, a trama é conduzida como qualquer outra comédia, não querendo ser original em momento algum, desde a cena inicial em uma arena ou desde o humor a base de violência. O tom também é inconsistente, o jogo de câmera em apenas duas cenas é bem interessante, fora isso é um trabalho de direção sem vida.

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O roteiro que também foi escrito pelo diretor, é tão genérico quanto seu filme anterior, a trama é batida e ainda por cima sem graça. É uma espécie de humor forçado a base de escatologia e piadas de baixo calão. Personagens chatos e sem vida e uma protagonista estereotipada demais.

Abrindo o elenco temos a grande Melissa McCarthy, no seu currículo conta uma indicação ao Oscar e excelentes comedias, porém aqui a atriz entrega um trabalho caricato, muito abaixo do seu potencial. No papel da assistente da vez temos Kristen Bell, conhecida pela serie “Veronica Mars” a atriz aqui mais uma vez em um papel medíocre e sem graça, com a mesma expressão fácil de seus vários filmes anteriores. Para a nossa surpresa ainda temos no elenco Peter Dinklage, mundialmente conhecido pelo seu papel em “Game Of Thrones”, totalmente mal aproveitado e mal escrito, uma atuação no piloto automático, onde ate mesmo o ator sente que o material original é uma droga. Ainda temos uma pequena participação das maravilhosas Kathy Bates e Margo Martindale.

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The Boss no original é aquele tipo de comedia pastelão que os americanos curtem e que é extremamente esquecível, com uma trama batida e sem vida. Grande elenco totalmente mal dirigido e com um roteiro de dar dor no estomago. Tenho certeza que existem filmes melhores para você investir seu tempo.


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Nota: 1/10

Rafael Yagami

1 thought on “CRÍTICA: A CHEFA (2016)

  1. Parei de ver o filme logo na primeira cena, da dancinha e musiquinha, chato e sem graça logo no começo, quis nem ver o resto.

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