CRÍTICA: A ASSASSINA (2016)

Por Rafael Yagami

No século VIII, durante a dinastia Tiang, Yinniang é uma assassina profissional, treinada com os melhores mestres. Ela é encarregada de matar um homem do governo, mas não consegue cumprir a tarefa quando o vê segurando um bebê recém-nascido. Punida por sua covardia, ela recebe a tarefa mais difícil de sua vida: matar o próprio primo, por quem é apaixonada, e com quem deveria se casar desde a adolescência. Yinniang tem que se confrontar ao passado para cumprir as ordens de sua mestra.

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Dirigido pelo Taiwanês Hou Hsiao-Hsien conduz a obra da forma mais lenta o possível com direto a vários planos abertos de silencio com personagens parados e onde praticamente não acontece nada. Já em 20 minutos de filme o espectador já sente o peso na cadeira, não há uma trama trabalhada os personagens são robôs atrás de seus objetivos que sequer são explicados ao publico.

A proposta inicial prometia um filme de ação psicológico talvez, mas o produto entregue destoa completamente do imaginável. Nos pontos positivos temos destaque para a parte técnica: Locações lindas com direto a vários filtros de cor, belo figurino, fotografia e trilha sonora também muito presente na trama.

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Nie yin niang no original é um divisor de águas, amor de um lado e ódio de outro, o projeto filmado em 2010 e apenas lançado em 2015 rendeu ao diretor o prêmio de melhor direção em Cannes. É um filme muito complicado, talvez não funcione tão bem no oriente, no fim vale pela sua beleza impecável.


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Nota: 3/10

Rafael Yagami

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