Cidades de Papel: Um Filme sobre Amadurecimento

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Por Vinicius Montano

Nota: 7,5/10

 

 

Adaptações de livro tem se tornado frequente transformar em filmes para a telona. Como é o caso das obras românticas de Nicholas Sparks como Uma Carta de Amor, o boom Diário de Uma Paixão e seu último Uma Longa Jornada. Ano passado John Green transformou a adaptação de seu livro A Culpa é das Estrelas que tratava o assunto da doença do câncer e emocionou milhares de fãs de todas as idades no mundo inteiro e teve um sucesso estrondoso nos cinemas em 2014. Depois de tornar-se nostálgico agora ele ganha mais uma adaptação ‘Cidades de Papel’ que o foco agora é o amadurecimento e mistério

“Cidades de Papel” é uma história sobre amadurecimento, centrada em Quentin e em sua enigmática vizinha, Margo, que gostava tanto de mistérios, que acabou se tornando um. Depois de levá-lo a uma noite de aventuras pela cidade, Margo desaparece, deixando para trás pistas para Quentin decifrar. A busca coloca Quentin e seus amigos em uma jornada eletrizante. Para encontrá-la, Quentin deve entender o verdadeiro significado de amizade – e de amor.

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A modelo internacional Cara Delevigne faz sua primeira aterrissagem em Hollywood e protagonista enigmática e misteriosa Margo Roth Spielgman até tem uma atuação boa, boa para levar outros papeis em filmes no cinema, como já tem confirmação dela no elenco de Esquadrão Suicida, o filme dos times de super-vilões da DC comics. Nat Wolff depois de roubar a cena como um cego de A Culpa é das Estrelas tem uma narrativa sagaz, e uma atuação gloriosa.

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O filme possui alguns clichês como um coadjuvante que rouba a cena com momentos de humor, e explicando sobre a doença sem tristeza, mas humor como em A Culpa é das Estrela o coadjuvante destacado é um cego, nesse ele tem problema de urina, humor em certos momentos, mas a narrativa não empolga e nem emociona, o roteiro é raso e sem profundidade, a direção não transmite a impressão que o material humano pode oferecer, mas foca nos personagens, porem um desfecho totalmente sem sal. Cidades de Papel é uma obra boa, mas não emociona e empolga quanto A Culpa é das Estrelas, que se tornou nostalgia, mas esse proporciona o que a história mostra sobre a proximidade da formatura, os preparativos para faculdade e o futuro e por aí vai, numa futura exibição na Sessão da Tarde dos bons momentos.

“A Culpa não é das Cidades de Papel”

 

 

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