‘A FREIRA(2018)’ – PRA QUEM É FÃ DE FILMES DE TERROR, TÁ AÍ UMA BOA PEDIDA

Por: Vinicius Montano

Famosa pelo sucesso de ‘Invocação do Mal’, já ganhou dois derivados de seus personagens demoníacos como a Annabelle em 2014 e 2016, agora vai ser a vez da Freira Malak. Em ‘A Freira’, James Wan o cabeça da franquia ‘Invocação do Mal’, resolveu chamar o diretor Corin Hardy do razoável ‘A Maldição da Floresta’ pra dirigir esse derivado cuja personagem foi marcada por fãs em ‘Invocação do Mal 2’ em 2016 por causa da personagem da Vera Farmiga como a investigadora paranormal Lorraine Warren pinta seu quadro com uma arte da freira na qual ela tem visões desse demônio.

Presa em um convento na Romênia, uma freira comete suicídio. Para investigar o caso, o Vaticano envia um padre atormentado e uma noviça prestes a se tornar freira. Arriscando suas vidas, a fé e até suas almas, os dois descobrem um segredo profano e se confrontam com uma força do mal que toma a forma de uma freira demoníaca e transforma o convento num campo de batalha.

@Warner Bros Brasil

O filme tem uma estética de tom escuro e uma fotografia bem erma e sombria, mas tem um roteiro bobo e cheio de furos absurdos, piadas desnecessárias no objetivo de tentar transformar a franquia de ‘Invocação do Mal’ num universo da Marvel o que não me convence, no início do filme temos uma introdução interessante de uma cena de ‘Invocação do Mal 2’ que marcou muito o público na qual ganhamos esse derivado na qual estou fazendo esta crítica para vocês pra depois começar o longa de ‘A Freira’

Os personagens não tem nada de algo em comum. Demian Bichir como o padre atormentado é um personagem que não tem uma reação de inteligência, fica só levando surra e não tem nenhum ato de reação que chame a atenção, já vimos padres exorcistas melhores no cinema. Taissa Farmiga, irmã mais nova de Vera Farmiga(na qual faz uma pontinha na introdução inicial antes do filme começar) é uma noviça que está desesperada, o papel não tem nada a ver o grau de parentesco na vida real com a ficção, numa atuação descartável e insossa. Já Jonas Bluquet como o entregador de mantimentos do convento, ali é o herói que sempre aparece na hora H que todo mundo tá passando sufoco e é uma espécie de Indiana Jones com alívios cômicos toscos.

@Warner Bros Brasil

‘A Freira’ é daqueles filmes de terror que vale uma boa pedida, vale o seu tempo sem criar expectativas, o clima é bom, dá uns jumpscares maneiros como a trilha sonora acima da média, se arrasta as vezes, mas o ato final se torna muito empolgante, mas assim é um filme que na minha visão ficou um pouquinho abaixo do primeiro Annabelle embora eu ache bom pra entretenimento.

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