5 Filmes sobre Carnaval

Um bom filme sobre Carnaval pode ser um jeito diferente de curtir a folia, principalmente, para os apaixonados por cinema.

Trinta (2013)

“Trinta” simplesmente maravilhoso, emocionante e perfeito! Filme sem apelações que relata perfeitamente parte da história do carnaval. Dirigido por Paulo Machline, com roteiro de Cláudio Galperin, Maurício Zacharias, Paulo Machline, Felipe Scholl, o filme traz no elenco os atores Matheus Nachtergaele, Paolla Oliveira, Ernani Moraes, Paulo Tiefenthaler, Milhem Cortaz, Fabrício Boliveira e Mariana Nunes.

“Trinta” reproduz o Carnaval de 1973, primeiro em que “Joãosinho das alegorias” assumiu como carnavalesco responsável pelo desfile do Salgueiro.  Cenas de construções de carros alegóricos, elaboração de samba-enredo e criação das fantasias ocupam boa parte do longa.

“Trinta” mostra a história do carnavalesco Joãosinho Trinta, desde sua vinda do Maranhão, até seu auge no carnaval do Rio de Janeiro. O filme mostra ainda as apresentações de balé de Trinta, a ida para o Salgueiro, o inovador desfile “O Rei da França na Ilha da Assombração”, até seu reconhecimento como artista.

“Alô, Alô, Carnaval” (1936)

“Alô, Alô, Carnaval”é uma comédia musical brasileira, que foi dirigida por Adhemar Gonzaga, foi lançado nos cinemas do Brasil em e lançada nos cinemas do em 1936. Estrelado pela nossa querida Carmem Miranda. Com um elenco  de grandes cantores da fase de ouro do rádio brasileiro. Jaime Costa, Barbosa Junior, Oscarito. Alô, Alô, Carnaval narra a montagem de uma revista teatral intitulada “Banana da Terra”.

Dois autores procuram um empresário para bancar a revista musical “Banana da Terra“.Quando encontrado, o empresário, dono do cassino Mosca Azul, recusa a oferta porque está aguardando uma grande atração francesa. Como ela não acontece, ele é obrigado a reconsiderar sua decisão anterior, promovendo a revista.

Ó Paí, Ó (2007)

Filme super divertido, mostra a essência do povo baiano e sua alegria. Os atores demostraram originalidade. Simplesmente maravilhoso! Achei o filme muito realista. O filme retrata a realidade do carnaval e do Pelorinho onde há sim, muita alegria, mas também muita violência e miséria. Lázaro Ramos – impecável. O cinema brasileiro está de parabéns.

Damas do Samba (2013)

O documentário faz parte de um projeto que visa criar um site oficial para a divulgação de três web-documentários criados por meninas que vivem em comunidades do samba. O projeto também envolve a promoção de wokshops de cinema documental.

Damas do Samba é um documentário ambientado no Rio de Janeiro, berço do samba, onde novas e velhas sambistas compartilham as suas lembranças. O filme faz um breve passeio pela história regional, que começou com a herança das baianas, mulheres guerreiras e vívidas que vieram para o Rio de Janeiro trazendo um pouco dessa força dos orixás. Essas mulheres audaciosas eram donas de sua independência e foram fundamentais para o início do samba no estado. Aos poucos, a história contada se mistura à história das entrevistadas, são elas musas, pastoras, tias, compositoras, passistas, madrinhas, carnavalescas, mulatas, intérpretes e operárias que se dedicam a perpetuação desta cultura.

Carnaval no Fogo (1949)

O filme marcou a estréia de Jece Valadão, Wilson Grey e José Lewgoy no cinema brasileiro.
“Um filme que, pela sua montagem luxuosa, pela comicidade irresistível das suas situações, pelos seus trepidantes números musicais e pela sua alegria esfusiante, vai deixar o Rei Momo encabulado.” – extraído do cartaz original do filme. “…Estava aberto o caminho para a chanchada. O ano de 1949 marca definitivamente a forma em que o gênero atingiria seu clímax e atravessaria toda a década de 50. Watson já demonstra em Carnaval no fogo um perfeito domínio dos signos da chanchada, misturando habilmente os tradicionais elementos do ‘showbusiness’ e do romance, com uma intriga policial envolvendo a clássica situação de troca de identidade, inclusive reunindo os principais elementos que definiriam a chanchada como gênero de comédia popular: ação, humor e números musicais…” – comentários de Eduardo Giffoni Flórido.
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z33
Igor Quadros

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